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I LEANI MUN: Al Jazeera - Tema B

October 20, 2017

Entrevista com a Secretária Geral Julia Ribeiro

Al Jazeera: Conte-nos um pouco sobre sua trajetória no LEANI e como chegou ao posto de Secretária-Geral da primeira simulação da ONU organizada pelo curso.

 

Julia Ribeiro: O viés das Relações Internacionais adotado pelo LEANI sempre me despertou grande interesse. Além disso, o curso também tem um núcleo dedicado exclusivamente a promoção de eventos, dos quais sempre gostei muito de participar. Há mais ou menos um ano, começamos a fazer pequenas simulações no Laboratório LEANI de Relações Internacionais, das quais participei como delegada. Graças as contribuições nesse projeto e meu desempenho acadêmico, fui ganhando e reconhecimento e tive a honra de ser nomeada Secretária-Geral desta primeira edição do LEANI MUN.

 

AJ: E como você avalia o LEANI MUN 2017? Qual foi o ponto alto do evento?

 

JR: Mais do que um modelo das Nações Unidas, o LEANI MUN já nasceu com a missão de ser uma plataforma de divulgação do curso de Línguas Estrangeiras Aplicadas às Negociações Internacionais. O LEANI, apesar de ter recebido nota 5 do MEC, ainda não é conhecido pelo grande público. Então, a ideia é de que o LEANI MUN cresça e ajude a levar a cara do nosso curso e do Cefet-RJ a outras instituições. Para mim, os destaques foram o entrosamento da equipe, que fez com que os preparativos do evento corressem de forma muito organizada e também o fato de já na nossa primeira edição poder contar com a presença do Sr. Maurizio Giuliano, diretor da UNIC-Rio.

 

AJ: O que você espera para as próximas edições?

 

JR: Nesta primeira edição, optamos por realizar um grande comitê. Para os próximos anos, espero que o LEANI MUN tenha mais comitês e também que haja um engajamento maior, sobretudo dos alunos do Ensino Médio. A experiência de realizar um modelo misto tem sido extraordinária! Acredito muito na nossa capacidade; o LEANI MUN tem tudo para ser um dos maiores modelos da ONU do Rio de Janeiro, quiçá do Brasil.

 

Assembleia Geral: paralisia política agrava crise de refugiados e prejudica trabalho de organizações humanitárias 

 

 

     Diante do trágico fracasso coletivo dos países-membros da ONU em lidar com a crise humanitária que testemunhamos na atualidade, a Assembleia Geral das Nações Unidas reuniu-se nesta quarta-feira para uma reunião de alto nível com a finalidade de abordar os grandes movimentos populacionais gerados, principalmente, pelos conflitos na Síria. Apontado como uma oportunidade histórica para se chegar a um pacto global, com um compromisso de ação coletiva e uma maior responsabilidade compartilhada com os refugiados e migrantes, o encontro não foi frutífero.

     Incessantes trocas de acusações entre os embaixadores atravancaram as negociações, impedindo que fossem propostas soluções, uma situação difícil de compreender, dada a complexidade e duração dos conflitos, que têm levado a um nível sem precedentes de deslocamentos forçados a desde a fundação da própria ONU.

    Em vez de dividir responsabilidades, o que se vê são fronteiras sendo fechadas. Em vez de vontade política, existe paralisia política. Os países mais atingidos pela crise humanitária acabam tendo que lidar com as consequências, enquanto lutam contra as dificuldades para salvar vidas com recursos muito limitados.

   Observando o vago conteúdo do Projeto de Declaração aprovado, O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) emitiu parecer indicando que há cinco anos, a Síria era o segundo maior país do mundo a abrigar refugiados. Atualmente o país está quase superando o Afeganistão como a nação que mais gera esse grupo.

     A nota explica ainda que os países vizinhos receberam os refugiados sírios mesmo com um alto custo para eles próprios. Para o chefe do ACNUR, apesar de os refugiados terem encontrado abrigo ao atravessar a fronteira, eles não escaparam do trauma e dos problemas psicológicos. O documento pede também mais apoio internacional para a Síria e para os países da região, incluindo uma grande assistência financeira.

 

 

Avaliação dos Analistas

 

9 – EUA

8 – Irã / Iraque/ Índia/Senegal/ África do Sul/ Síria,/Arábia Saudita/ Grécia

7,5 – Suécia

7 – Japão/Brasil/Canadá/Itália

6,5 – Egito

6 – Austrália/ Indonésia/ Quênia/ Turquia/ Cuba / Reino Unido/ Suíça,/México

5 – Israel/ China/ França

4,5 – Coreia do Norte

4 – Rússia/ Alemanha/Venezuela

3 – Etiópia /Áustria/Jordânia

2,5 – Argentina

0 – Catar (não compareceu)

 

Correio do amor

 

“Alô delegado César, da Jordânia. A Itália está precisando de um imperador.”

“Sr. delegado da França, essa boquinha só faz discurso bom ou também beija?”

“Matheus da Jordânia, você é meu princeso! Te adoro <3”

“Eu só queria que ~~certos delegados~~ pisassem em suas bandeiras quando as usassem como manto. O deslocamento do senhor e minha visão agradecem”

“Elizeu, você é engenheiro civil? Porque edifício te aturar rs te amo”

“Delegata da Suécia, tem lugar para um refugiado no seu coração?”

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